Governo são-tomense considera que uma ofensiva militar na Síria deve passar por Nações Unidas

São-Tomé, 07 Abr. (STP-Press) – O Governo de São-Tomé e Príncipe, considera que uma intervenção militar na Síria deve passar um mandato do Conselho de Segurança das Nações Unida, tendo por outro lado, condenado a utilização de armas químicas contra civis – declarou hoje o primeiro- ministro Patrice Trovoada.

O Chefe do governo são-tomense fez esta declaração reagindo a ofensiva militar dos Estados Unidos da América de bombardear Síria em resposta a utilização de armas químicas contras civis atribuídas as autoridades sírias.

“Nós, o governo condenamos qualquer utilização que se possa fazer de armas químicas” – disse Patrice Trovoada, tendo acrescentado que “as retaliações têm de também passar sempre por um mandato do Conselho de Segurança das Nações Unidas”.

Tendo sublinhado que uma intervenção no território sírio deve respeitar “ o mecanismo da governação mundial” em consonância com os princípios das Nações Unidas, Trovoada sublinhou “porque se não cada se dá no direito de ser o polícia do mundo”.

Além de ter defendido uma reforma nos estatutos do Conselho de Segurança das Nações Unidas, sobretudo, em matéria do poder de veto, o primeiro-ministro apontou como exemplo negativo as intervenção militar no Iraque e na Líbia.

Fim/RN

 

 

 

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