Jovens e adolescentes são-tomenses reclamam por emprego e formação

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São Tomé, 06 Mar ( STP-Press ) –O Unicef revelou, através de um estudo realizado e apresentado, no país, nas últimas horas, sobre expectativas, problemas e aspirações dos jovens e adolescentes são-tomenses, de entre 10 a 24 anos, que o emprego e a formação constituem, actualmente, a maior preocupação nesta faixa etária em São Tomé e Príncipe, soube-se, no arquipélago.
 
O estudo adianta ainda que, na vertente de inspirações, 55 por cento dos adolescentes e jovens pretendem ser executivo ou funcionário do Estado e auferir um montante a partir de 5 milhões de Dobras, pouco mais de 200 euros mensal. 
  
No quadro dos problemas, o estudo aponta a saúde sexual reprodutiva, o consumo de álcool, tendo alegado que o consumo das substâncias psicotrópicas não ficou patente, "porque os jovens não se sentem abrangidos com este problema", justificou o consultor do estudo, Ângelo de Ceita.

Marcelino Sanches, ministro de juventude e desporto que se fez representar na apresentação do estudo, assegura que esse documento "representa ferramentas de primeira grandeza, na definição de políticas públicas dirigida à nossa juventude". 

O ministro, que enalteceu o estudo, revelou que as preocupações e aspirações da juventude devem ser tomadas em devida conta, "para que o futuro seja configurado de modo a acolher e estimular todas asa suas potencialidades", justificou.

O representante do UNICEF, para São Tomé e Príncipe, Jacques Boyer, revelou que a sua agência está empenhada a apoiar o governo, nas acções futuras recomendadas pelo estudo e nas áreas afins.

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